domingo, 27 de janeiro de 2013

Entrevista, em 1ª mão, ao cavaleiro tauromáquico "Mateus Prieto":


O Blog/Site "Gente Aficionada" está mais perto de todos os aficionados. Sabemos que todos gostam de saber sempre um pouco mais sobre algumas figuras da tauromaquia. Por isso, decidimos fazer algumas entrevistas a algumas pessoas que estão ligadas à Festa Brava, em Portugal. Desde já, queremos agradecer a todos os participantes entrevistados, sem a vossa colaboração não seria possível a realização deste novo projeto.

O nosso primeiro entrevistado é o cavaleiro tauromáquico praticante, Mateus Prieto.


GA – Nome:
MP – Mateus Maria Evaristo Florêncio Prieto

GA – Idade:
MP – 20

GA - Onde nasceu?
MP - Lisboa






GA – Desde já é um grande prazer poder-lhe fazer esta entrevista. Desde quando o gosto pela festa brava?
MP – Desde sempre, a minha família sempre foi aficionada. Comecei por ser cavaleiro de obstáculos mas depois apercebi-me de que gostava era de tourear.

GA - Quem é, para si, a maior figura da nossa festa?
MP – Para mim a maior figura do toureio é o Diego Ventura. Em Portugal temos as nossas grandes figuras que não consigo escolher uma. João Moura, António Ribeiro Telles, Joaquim Bastinhas, Luis Rouxinol.

GA - Como define o seu toureio?
MP – Penso que ainda não consegui mostrar como sinto realmente o toureio e como gostava de tourear. Estou a trabalhar para este ano tourear mais como gosto, de maneira frontal, e tentar ir ao chamado “sítio do dinheiro” continuando com a alegria que tenho e com a comunicação com o público.

GA - Como lhe correu a temporada de 2012?
MP – Foi uma temporada atribulada, perdi logo no início 3 dos meus cavalos estrela, tendo depois que recorrer a cavalos novos que estavam ainda a ser preparados para se estrearem em praça. Mas posso dizer que me surpreenderam pela positiva. Depois em Agosto tive a infelicidade de partir o pé em Espanha o que me obrigou a "cortar" a temporada.

GA - Uma praça onde sente mais responsabilidade? Porquê?
MP -  O Campo Pequeno. É a catedral do toureio e todos os toureiros têm um prazer enorme de lá tourear.

GA - Um dia que recorde? Porquê?
MP – Recordo todos os dias da minha carreira. Os bons e os maus, não consigo escolher um.


GA - Uma praça onde gostava de tourear?
MP – Gostava de voltar a tourear em Lisboa já que em 2012 não foi possível, e claro que como todos os toureiros, apresentar-me em Madrid e Sevilha.

GA - Para si, qual a ganadaria com mais bravura?
MP – Não sei bem, vejo os toiros um bocado como uma carta fechada, às vezes os que achamos os mais bravos saem mansos e vice-versa. 


GA - Quais são os toiros mais fáceis de ser lidados? E os mais complicados?
MP – Depende muito do toureiro e do toureio que pratica. Existem toureiros para todos os toiros. E como referi nunca sabemos como vai sair um toiro.

GA - Quantas corridas está à espera de tourear, em 2013?
MP – Não gosto muito de ganhar muitas ilusões quanto ao número de corridas porque podem existir azares como me aconteceu a temporada passada. Mas gostava de fazer entre 20 a 30 corridas. Tudo depende como correm as primeiras.

GA - Como se encontra a sua quadra para a próxima temporada? Tem novidades?
MP – Posso dizer que estou com uma excelente quadra neste momento, tenho uma vaga de cavalos novos de encher o olho e depois os cavalos mais experientes que são como um seguro de vida nos dias de grande responsabilidade. Ao todo tenho 8 cavalos prontos a tourear.

GA - Por fim, deixe uma mensagem aos aficionados:
MP – Quero desejar uma excelente temporada 2013 a todos, que vão aos toiros, e acima de tudo, que saiam satisfeitos das corridas.

G.A – Muito obrigado pelo tempo disponibilizado e que a próxima temporada lhe corra pelo melhor. (Marta Talaia)

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